Destinos Internacionais
Conheça o Marrocos com voo direto da Royal Air Maroc
Marrocos entrou no radar de quem busca viagens internacionais a partir do Brasil.
Antes mesmo da bola rolar na Copa do Mundo, um duelo já desponta como fenômeno de público. A estreia de Brasil e Marrocos, marcada para este sábado 13 de junho, foi o segundo jogo mais procurado na venda de ingressos segundo a FIFA. Parte disso se explica pela força do Brasil, mas também pelo interesse global no adversário. A histórica semifinal na Copa de 2022 – quando o Marrocos se tornou a primeira seleção africana a chegar entre as quatro melhores do mundo -, somada à presença de jogadores em clubes da elite do futebol, reposicionou a equipe no cenário global.
Tudo isso não acontece isoladamente. O Marrocos será um dos anfitriões da Copa do Mundo de 2030, ao lado de Portugal e Espanha, e acelera investimentos em estádios, mobilidade e infraestrutura – um ciclo que combina esporte, economia e visibilidade internacional. Essas movimentações despertam interesse dos brasileiros e se refletem no cenário turístico: no primeiro trimestre, o número de visitantes do Brasil no Marrocos subiu mais de 20% em relação ao ano passado.
Os resultados são impulsionados pela conectividade aérea. Com voos diretos de cerca de nove horas entre São Paulo e Casablanca, operados pela Royal Air Maroc, o Marrocos entrou fortemente no radar de quem busca viagens internacionais a partir do Brasil – até porque o país é “ponte” para a Europa.
“Marrocos e Brasil compartilham muito mais afinidades do que diferenças e a rivalidade está restrita aos 90 minutos dentro de campo. Existe uma identificação natural na forma como os dois países vivem o futebol, valorizam a hospitalidade e se relacionam com a cultura. Os brasileiros são sempre muito bem recebidos no Marrocos. Nosso papel, na Royal Air Maroc, é facilitar essa aproximação, tornando essa conexão cada vez mais acessível e natural para o público brasileiro”, afirma Othman Baba, diretor regional da Royal Air Maroc para a América do Sul.
De acordo com Mohamed Amine Eljoudani, representante do Gabinete Nacional de Turismo de Marrocos (ONMT) no Brasil, o brasileiro conheceu o país pela cultura, com produções como O Clone, e depois por marcos institucionais, como a visita do Papa Francisco ao país em 2019, que evidenciou ao mundo o respeito e o diálogo entre culturas e religiões.
“Em 2022, o Marrocos entra definitivamente no cenário global ao se tornar a primeira nação africana a chegar às semifinais da Copa do Mundo, conquistando o quarto lugar. Hoje, essa conexão avança também pelo futebol, com jogadores marroquinos presentes em clubes de elite no Brasil, reforçando ainda mais a proximidade entre os dois países e o norte da África como polo do turismo esportivo”, ressalta.
10 PONTOS PARA DECIFRAR O MARROCOS
1) Colado com a Europa e influência multicultural – O Marrocos está a apenas 14 km da Europa, separado da Espanha pelo Estreito de Gibraltar, proximidade que ajuda a explicar a mistura de influências africanas, árabes e europeias visível na arquitetura, na gastronomia e no cotidiano. Apesar de estar na África, o francês é amplamente utilizado. O país foi protetorado francês até 1956, e isso se reflete no idioma do dia a dia, enquanto o espanhol aparece com mais força na região norte.
2) País de contrastes – O país se define pelos contrastes: em poucos dias, é possível sair da intensidade de Marrakech – com mercados cheios, cores, cheiros e movimento constante – para Fez, onde a lógica medieval ainda organiza a vida em mais de 9 mil vielas sem carros. No caminho, surgem montanhas do Atlas, o deserto do Saara e um litoral que alterna praias tranquilas no Mediterrâneo com pontos do Atlântico procurados por surfistas. Já destinos como Chefchaouen, com suas casas azuis, e Tânger, voltada para a Europa, completam um roteiro que combina tradição e contemporaneidade.
3) Casablanca e Rabat – Casablanca é o centro econômico e principal porta de entrada do país, onde está o hub da Royal Air Maroc. Moderna e cosmopolita, costuma ser confundida com a capital que, na verdade, é Rabat. Também moderna, mas com um ritmo mais tranquilo e institucional, Rabat funciona como centro político do país. E há ainda um detalhe curioso: apesar da fama, o clássico filme Casablanca não foi filmado na cidade.
4) Futebol na essência do país, sede da Copa 2030 – O futebol é parte da identidade nacional, como no Brasil: jogos mobilizam cidades inteiras, viram pauta central e contam com torcidas apaixonadas, conhecidas pela presença massiva e pelo apoio constante dentro e fora dos estádios. Tudo isso não acontece isoladamente. O país será um dos anfitriões da Copa do Mundo de 2030, ao lado de Portugal e Espanha, e acelera investimentos em estádios, mobilidade e infraestrutura – um ciclo que combina esporte, economia e visibilidade internacional.
5) Desertos que inspiram filmes e novelas – É possível fazer excursões nos desertos como o Saara e o Agafay , contemplar paisagens únicas de tirar o fôlego, andar de camelo e se hospedar em tendas que oferecem conforto e bem-estar.
6) Mesquita monumental – A Mesquita Hassan II, em Casablanca, abriga o minarete mais alto do mundo, com 210 metros, e foi construída parcialmente sobre o mar – um dos cartões-postais mais impressionantes do país.
7) Ritual do chá – O chá de menta vai além da bebida: faz parte do ritual social e está presente em encontros, negociações e visitas, funcionando quase como um código de hospitalidade.
8) Vida nas ruas – A vida acontece intensamente nas ruas, que concentram comércio, circulação e convivência ao mesmo tempo – de forma mais dinâmica do que no padrão urbano brasileiro.
9) A arte de negociar – Negociar faz parte da experiência de compra: em mercados e souks, barganhar é esperado e pode influenciar significativamente os preços.
10) Hospitalidade – A hospitalidade é um traço marcante, com semelhanças ao Brasil: receber bem não é formalidade, mas parte da cultura local.
CONECTIVIDADE E ACESSO
Para quem sempre quis tirar do papel os planos de conhecer o Marrocos, o momento é um convite para abrir os horizontes e “viajar” além do jogo. Com a Royal Air Maroc em campo, o turista pode aproveitar o acesso facilitado e múltiplas conexões. Confira as facilidades e dicas sobre o país:
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Como chegar: 4 voos semanais diretos entre São Paulo–Casablanca pela Royal Air Maroc (cerca de 9h de duração em aeronave moderna).
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Stopover: possibilidade de permanência no Marrocos (até 7 dias na econômica; até 14 na executiva) antes de pegar conexão para outro país, sem custo adicional na passagem.
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Conexões: cerca de 100 destinos em 46 países a partir do hub da Royal Air Maroc em Casablanca.
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Bagagem: duas malas de 23 kg na econômica; três de 32 kg na executiva. Essa facilidade oferecida pela Royal Air Maroc faz diferença para quem pretende explorar o país e aproveitar as compras locais como cerâmicas, especiarias, tapetes e muito mais.
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Hospedagem: desde riads tradicionais até redes internacionais; opções para todos os perfis e orçamentos.
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Línguas: guias e profissionais do turismo falam inglês, francês, espanhol e, em muitos casos, português.
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Câmbio: a moeda é o dirham marroquino e a recomendação é levar parte em espécie para compras em souks (mercados) e pequenas despesas.
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Documentos: cidadãos brasileiros que desejam visitar o país a turismo ou negócios por até 90 dias estão isentos de visto. Caso o Marrocos seja um dos países de um roteiro de viagem mais amplo, é preciso se informar sobre os documentos necessários para o outro país.
A Royal Air Maroc (RAM), fundada em 1957, é a companhia aérea nacional do Marrocos, referência no continente africano e integrante da aliança Oneworld. A partir do Aeroporto Internacional Mohammed V, em Casablanca – onde opera em terminal exclusivo -, conecta África, Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul, com voos para 100 destinos em 46 países.















