Quem pretende viajar de avião no feriado de 12 de outubro pode evitar contratempos no embarque ainda na hora de arrumar a mala. Armas de brinquedo e réplicas que possam ser confundidas com armas reais não podem seguir na cabine, objetos cortantes estão sujeitos a restrições e baterias portáteis precisam ser transportadas na bagagem de mão. É justamente nessa etapa do embarque que o Grupo Med+ atua por meio do projeto Med+Seg, responsável pela operação de inspeção de passageiros e bagagens em alguns aeroportos. A proposta da companhia é combinar o rigor exigido pela segurança aeroportuária com uma abordagem mais humanizada ao passageiro. “A inspeção precisa ser técnica e criteriosa, mas isso não significa que o atendimento tenha de ser frio. Muitas pessoas chegam ao aeroporto com dúvidas ou sem conhecer todas as regras. Orientar com clareza, explicar o procedimento e conduzir cada situação com respeito também faz parte de uma operação segura”, afirma Bruna Reis, CEO do Grupo Med+.
A atenção ganha ainda mais importância em períodos de maior circulação. O transporte aéreo brasileiro movimentou 65,2 milhões de passageiros no 1º semestre de 2026, enquanto os aeroportos do Sudeste receberam cerca de 37 milhões entre janeiro e julho, alta de 3,1% sobre o mesmo período do ano anterior. Neste ano, o feriado de 12 de outubro cai em uma segunda-feira, formando um fim de semana prolongado. Entre os cuidados mais importantes estão os líquidos em voos internacionais, que devem seguir em recipientes de até 100 ml dentro das regras da Anac, além dos power banks, que precisam permanecer na bagagem despachada. Para famílias que viajam com crianças, vale atenção adicional a brinquedos, réplicas e objetos que possam gerar necessidade de inspeção complementar.
Com o Med+Seg, o Grupo Med+ passou a levar para a segurança aeroportuária um modelo que busca unir tecnologia, treinamento e cuidado no contato com o passageiro. O projeto mobiliza cerca de 200 profissionais em atividades de inspeção de passageiros e bagagens, controle de fluxo e acesso a áreas restritas. “Segurança e humanização não são conceitos opostos. Quanto mais preparado está o profissional para orientar e acolher, melhor ele consegue conduzir situações de dúvida ou tensão sem abrir mão de nenhum protocolo. Esse equilíbrio é essencial, principalmente em dias de grande movimento nos aeroportos”, afirma Bruna.














